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Bem estar humano não pode ser entendido como custo e sim como investimento.

Muitas empresas há anos vem investindo no bem-estar dos seus colaboradores e outras já perceberam que um dos seus maiores ativos é sua equipe.

Algumas outras ainda estão estagnadas, não crescem ou se crescem (financeiramente), ainda utilizam práticas retrógradas e que chegam a ser desumanas.

O bem-estar já deixou de ser pensado como custo, com ajuda de profissionais e pesquisadores, empresas cuidam de suas pessoas e as pessoas cuidam dos seus negócios.

Nesta época de pandemia os casos de saúde mental, bournout, excesso de ansiedade, estresse excessivo e muitos outros casos se agravaram.

É de extrema importância a vida humana e às corporações devem olhar com bastante empatia e zelo.

✅Para isto a grande importância de propor momentos de conversas e socializações;
✅Buscar compreender os humores da equipe;
✅Líderes devem se atentar aos sinais de desvios comportamentais com a intenção de ajudar;
✅Indicar programas de bem-estar, práticas de hábitos saudáveis e se necessário encaminhar para profissionais especializados.

Diógenes Marques

Atua na área de Treinamentos & Desenvolvimento comportamental de lideranças de 1º e 2º Nível. Professor de liderança e gestão de pessoas no CESUBE. Empreendedor na área de Educação Corporativa e Felicidade no ambiente de trabalho com foco no bem estar e empresas humanizadas. Coaching. Palestrante.

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